quinta-feira, 24 de dezembro de 2015

Retrospectiva final e definitiva dos melhores e dos nem tão bons assim

O Grupo de Suporte Bloguístico promoveu um meme e blogagem coletiva pra gente poder resumir marromeno o que a gente achou ou deixou de achar desse ano.

Peço de antemão perdão pelo vacilo por falar sobre as coisas que não gosto (Liberal Arts me ensinou diferente), mas a gente faz pela brincadeira, né?


#1 SERIADO
Minha irmã queria acompanhar o novo trabalho da Jennifer Carpenter e eu queria dar uma chance pra série, então nos juntamos e começamos a assistir Limitless. Mas a série é ruim. O FBI é ruim. Os plots são ruins. O moço principal, Brian Finch, é interpretado pelo Jake McDorman, que fez um papel ok em Manhattan Love Story (porque o personagem dele era babaca), mas faz um personagem que poderia ser ok ser super babaca em Limitless. Sei lá, minha lata não fechou com a do personagem nem com o ritmo da série. Assisti até o episódio oito e larguei. 

#2 LIVRO
Poderia facilmente falar super mal de Cidades de Papel aqui, mas John Green consegue se superar e escrever coisa mais chata ainda, tipo, Quem é Você Alasca?. Pior livro que li no ano, chato, estereotipado, sem contar que os dois principais são dois porres insuportáveis, especialmente a Alasca. Fiz uma jura e John Green nunk mais.

#3 FILME
American Sniper. Boo-hoo sou traumatizado. Boo-hoo EUA melhor em tudo. Boo-hoo É UMA BONECA DE PLÁSTICO PELAMOR DE R'HLLOR.

#4 BANDA
Não é ruim, por sinal é bem boa e eu curtia muito, e talvez eventualmente volte a curtir, mas o bode que peguei de Foo Fighters foi bem grande esse ano. Não guento mais ouvir as músicas dos caras. Enjoei, sabe? 

#5 CD
?????????????????????????? 

#6 MÚSICA
How Deep is Your Love. Música chata dos infernos.

#7 BLOG
Eu só dou ibope pra blogs legais e maravilhosos, mas peguei preguicinha das Caprichos. 

#8 TEXTO EM BLOG
??????????????????????

#9 VÍDEO
Eu raramente assisto vídeos, vá lá vídeo chato. 

#10 JOGO
Finalmente consegui superar o vício do Kim Kardashian, whoo-hoo me!

#11 PERSONAGEM ~MENOS~ GAMANTE 
Finn Collins (The 100). O ódio e raiva que eu sinto dele só não consegue ultrapassar o de Dean Mala Sem Alça Rory Come Back Here Forester de Gilmore Girls. Ainda bem que pelo menos de um eu me livrei.



#1 SERIADO
Daredevil foi a série que mais gostei de assistir em 2015. A bundinha de Matt Murdock deveria ser uma religião a ser seguida, porque eita trem maravilhoso. Do lado de Daredevil, a melhor série que vi esse ano foi Mr. Robot, porque genial, bem produzida, bem escrita, plot twists e ótimas atuações. Cheatei e coloquei duas? Sim. Mas é muito amor e muito difícil ter que escolher entre elas.

#2 LIVRO
A Terceira Mulher, do Gilles Lipovetsky. Esse é um livro que a Anna me indicou e eu tentei ler ano passado e não consegui por uma série de motivos. Esse ano, mais livre e sem ter o que fazer, tentei de novo e a leitura fluiu muito. É um livro sobre feminismo escrito por um cara? É. Mas é ótimo, super didático, e que eu recomendo. Não faz muito que comecei a cair pro lado acadêmico do feminismo e achei ele uma boa pedida.

#3 FILME
Esse ano, pra minha tristeza, eu andei bem preguiçosa pra filmes. Não passei de 40. Mas, pra compensar, assisti bastante coisa que curti. Nenhum entrou com força pro meu coração, mas vários fizeram ele bater mais forte. Um deles foi Ex Machina, que tem uma pegada ficção cientifica com robôs. Numa mesma vibe, tem I Origins, que é triste e lindo ao mesmo tempo. E numa vibe meio revolucionária, teve Edukators, que é um filme alemão sobre jovenzinhos idealistas. Recomendo os três. 

#4 BANDA
Como esperado, bandinha do coração: Death Cab for Cutie. Os caras lançaram álbum novo esse ano e foi tudo o que nós, que curtimos a fossa de Ben Gibbard, podíamos esperar.

#5 CD
Pra não ser monotemática, mas ainda sendo, considerando o blog nos últimos tempos, o álbum do ano foi o BADLANDS da Halsey. Conheci a mina por acaso, antes do álbum sair, e passei um tempinho me alimentando das poucas músicas que a guria tinha. Super recomendo.


#6 MÚSICA
De acordo com o Last.fm, a música que eu mais ouvi no ano foi Black Sun do Death Cab for Cutie. Vocês deveriam ouvir Black Sun.



#7 BLOG
Eu poderia falar sobre qualquer uma dos blogs queridos e mozões que eu sigo e que vocês podem achar aqui na barra do lado. Mas eu preciso fazer um adendo pra comentar sobre o blog da Vanessa, o Milarga, porque foi um dos meus favoritos do ano. O jeito de escrever da moça é muito peculiar e engraçado e divertido, e não tem como ficar entediado no blog dela.

#8 TEXTO EM BLOG
Eu poderia linkar aqui os muitos dos posts que mimei durante o ano. Os posts epifanias. Os posts temáticos. Os memes. Aqueles meio didáticos. Mas, no fundo, o post que eu ainda me pego lembrando é O Caso da Estante, da Couth no Pudding. Porque gente... Fala sério... Leiam ele.

#9 VÍDEO (youtuber)
Eu definitivamente não sou dos vídeos. Das pessoas, eu sou aquela que diz "vou assistir depois" e 7 anos depois ainda não assistiu aquele vídeo que me enviaram no MSN porque "tu tem que ver isso, é muito legal!!!". Eu gostei muito do vídeo da Jout Jout sobre os escândalos. Mas prefiro esse vine, pois tosco e engraçado e if you loVE ME LET ME GOOOOOOO.



#10 JOGO
Life is Strange. Voltei pra essa vida de quem finge que sabe jogar esse ano graças ao boy, e por insistência minha e indicação de um amigo, começamos Life is Strange. Agora, no final do processo, com os cinco capítulos concluídos, tô eu na bad, entupindo meu tumblr de fanarts e gifs, e com 0% de chance de superar esse jogo.

#11 PERSONAGEM ~MAIS~ GAMANTE 
Também conhecido como personagem com a bunda mais gamante: Matt Murdock. Seguido, ferrenhamente, por Chloe Price, de Life is Strange. Dois mozões. Me amem.
eye candy me likey

Mas e vocês hein? Curtiram alguma dessas coisas? Odiaram as mesmas? Curtiram as odiadas? Odiaram as curtidas? Me contem que eu juro que eu leio tudo!

segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

Já vai tarde, querido

Ou: Resumão 2015

Ano passado, já na pilha de minha primeira viagem, programei um post sobre o que tinha sido 2014. Em comparação com o trem errado que foi 2015, 2014 já não parece tão mediano ou ruim assim. 

2015, numa percepção geral, foi um murro na cara de muita gente. Foi pesado, foi difícil, mas no final da somatória, até que foi rápido. 

Na virada do ano, enquanto cantava Taylor Swift e corria por ruas de Londres gritando groselha vulgar, abraçando italianos e bebendo moscatel rosé barata, eu não pensei que o ano ia tirar tanta coisa fora do lugar de um lado, e ajeitar tanto de outro. 

Em janeiro, logo ao voltar da viagem, consolei uma melhor amiga que perdia uma pessoa importante; levei um bode da cor do meu quarto e taquei tinta na parede e pintei!!! parte dele; e, também, fui na minha primeira festa do ano e é claro que bebi muito, fiz merda, falei demais e agradeço por isso. 

Em fevereiro terminei de assistir Friends, maratonei os filmes do Oscar, fui em outra festa, assinei um contrato verbal com os meus amigos e dei uns beijos no meu melhor amigo just because. Porque eu quis. Porque sim. Porque, graças a Deus, fiz umas coisas certas em 2015 e isso foi uma delas. E olha só, percebi que não custa nada dar uma chance pras coisas, não custa nada nos permitir sentir um pouco. É uma maldição e uma benção, mas isso depende do nosso ponto de vista. 

Março foi o mês das tretas. Larguei e fui largada pro mundo, lavei as mãos de coisas que não podia controlar, não queria controlar, e não precisava também. A gente tem essa mania louca de achar que tem que manter todo mundo na nossa vida quando na real o mundo gira, e isso não quer dizer que o que se teve foi ruim, só que o mundo girou e as coisas que antes podiam ter uma sintonia, não têm mais. Coisas da vida, né? 

Durante esses meses, e alguns depois desses, sofri com a adolescência que nunca me deixou e que minou meu rosto de acne, tudo isso porque fiz a loucurada de largar aquela pílula-da-neurose na porra louca, e meu corpo, por reflexo, sofrer as consequências. Voltei pra ela, é claro. Já fui em médica, fiz exames, tirei todas as dúvidas, e prefiro assim do que com a auto-estima no pé, com vontade de morrer ou com filho

Ainda no terceiro mês do ano, assisti um acústico da Fresno num dos lugares onde mais curtia ir e que fechou as portinhas alguns meses depois, pra minha tristeza. Minha fase emo nunca realmente superada adorou gritar a letra de Onde Está com mais trezentas pessoas do lado. 

Em abril fui pra SC com os amigos. Fui pro Beto Carrero com alguma das minhas pessoas favoritas, apesar dos arranca rabos que eventualmente acontecem. Tomei aproximadamente 207 caldos naquela praia linda de Penha. Tomei umas cervejas também. Foi uma viagem bem cansativa, mas é incrível o quanto molhar a bunda na água salgada sempre faz bem e lava a alma.

Acho que mais do que descer pra Porto Alegre festar, maio foi marcante pelo prato de arroz, batata frita, salada e picanha acebolada que eu comi. Eu me apaixonei por aquele negócio de uma maneira que, bem, sete meses depois eu ainda tô falando sobre um prato de comida. 

Se alguma coisa relevante em junho aconteceu, não foi relevante o suficiente, porque das coisas que eu lembro de junho são coisa nenhuma. 

Julho é o mês do meu aniversário. Pela primeira vez na vida tive uma festa legal de aniversário (a primeira, de duas que eu ~fui~). Tinha tudo pra dar errado e ser uma completa porcaria. Mas foi legal, so there's that

De agosto até agora tudo passou voando, rápido demais, e marcado por um extremo cansaço. Passei um mês escrevendo todos os dias e me admirei. Fui pra praia com os meus amigos e passei bem. Fui pra capital assistir o show do Loser Manos e fangirlei. Maratonei Mad Men e adorei. Fiquei meio erradinha, mas ainda não melhorei. 

Em comparação, o primeiro semestre poderia ter sido melhor, mas tinha muita vibe errada dentro de mim. Foi um semestre de transição, de tentar organizar as coisas pra que elas dessem certo. Ao lado disso, só fiz disciplinas bostas embora tenha ido bem em todas. Em conjunto, essa foi a época em que mais fiquei sem dinheiro na vida. Foi por uma boa causa (a viagem planejada nas coxas) e que me ensinou que eu posso ficar sem comprar coisas desnecessárias, mas que também é um saco não poder gastar com lazer. As tags do primeiro semestre foram falta de dinheiro, brigas e baixa auto-estima.

O segundo semestre me colocou numa pilha louca pois o ambiente em casa pesou muito. Eu, sabendo lidar com as coisas do jeito que sei, absorvo tudo até que em uma hora aleatória tudo estoura nas minhas fuças. Minhas disciplinas não melhoraram mas eu ainda assim fui bem, apesar de ter relaxado um pouco com a vida acadêmica (eu não aguento mais pelo amor da deusa!!!!!!!). Comecei um álbum no celular com todas as cervejas diferentes e boas que eu ando experimentando. E solidifiquei a ideia de que é bom ter alguém pra fazer nada junto. Ah, nesse semestre eu peguei, de verdade, num controle de videogame depois de anos sem jogar nada. Sou péssima, mas o trem até que é legal, né? O segundo semestre tem as tags: cansaço, estresse, correria, corpo bugado, cerveja boa e boa companhia. 

***

Tirando de lado a vida pessoal, o ano no mundo foi dolorido. Entrar na internet têm sido um exercício de paciência e por vezes, desprazerosa. É tragédia, violência, gente falando bosta e treta pra todos os lados. Há muita gana em provocar ataques pessoais, desrespeitar crenças e debochar de gostos particulares. Pra mim, que sempre gostei de ganhar ou gastar horas com everything-internet, tenho apreciado mais os momentos em que fico longe dela. Jogando The Sims, maybe.

Sei que tem muita gente boa e linda nesse mundão internético e real, mas tem muita coisa errada também. E a maldição de nos permitir sentir, é que dá abertura a sentir tudo, até a ficar mal com coisa que acontece nas redes ou do outro lado do mundo. Infelizmente ainda não criaram um filtro pra filtrar o que vai nos deixar mal. E cagar regra dizendo que o coleguinha não tem direito de se sentir mal por x ou y tá longe de ser aceitável. 

***

Há semanas estou num countdown ferrenho esperando que esse ano acabe logo, que minhas férias cheguem logo. Planejo beber muitas cervejas boas e ficar horas de pernas pro ar fazendo um montão de nada. Planejo comer bem, descansar muito, dormir bastante. Ler, assistir série, amar um pouco e passear com a Luninha. 

Virar o calendário sempre me deu aquela sensação de recomeço, e mesmo que as coisas não mudem, a gente sempre dá um jeitinho de acreditar que aquele ano vai ser diferente. 

Eu sei que 2016 vai ser difícil pois vou começar a entrar na reta final do curso de graduação, mas eu tenho muita fé de que as coisas vão ser mais calmas, que o cansaço não vai ser tanto, que o estresse vai ser menor. Eu tenho muita fé nisso porque eu preciso disso. Eu preciso acreditar que vai ser melhor, tanto pra mim, quanto pra todo mundo. 

segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

Uma garota pode sonhar

Ou: O Planejamento Utópico de Férias

Esse ano não tem avião, não tem Amsterdam, não tem Londres, não tem frio (espero eu). Volto eu então pro meu estilo costumeiro de férias, cheias daquilo que eu faço melhor: um montão de nada. Como terei quase um mês pra me dedicar a isso, e mais de dois sem ter aula, por óbvio criei diversas expectativas sobre como gastarei meu tempo nessas próximas semanas.

Vocês sabem como expectativa trabalha, né? Melhor não ter. Mas eu sou proud otária nesse quesito e pra que levar a vida devagar se eu posso me encher de deadlines e competições (comigo mesma)? Pois bem, eu quero... 

LER MAIS

Esse ano eu fui uma péssima leitora. Ano passado também. E talvez o ano antes desse também. E eu curto ler, mas eu gosto de ler quietinha, fazendo só isso, deitada. Foi pensando em me redimir comigo mesma por causa desse passado preguiçoso que eu montei uma TBR (to be read) de férias, incluindo alguns títulos em que peguei na biblioteca da universidade  ̶̶̶̶̶̶̶̶  que nos liberou até 25 livros com prazo de devolução em 29 de fevereiro de 2016, whoooo!

  • Terminar Garotos Corvos (Maggie Stiefvater), que comecei faz mais de mês (shame on me) e ainda não terminei. Pretendo comprar e ler os outros da série, mas no pressure.
  • Carry On (Rainbow Rowell), que eu sei que vou ganhar de Natal (e talvez eu tenha chorado pedindo esse presente).
  • Mulheres (Charles Bukowski).
  • Rumo ao Farol (Virginia Woolf), porque já tá mais do que na hora de eu ler algo dessa mulher.
  • Lola e o Garoto da Casa ao Lado (Stephanie Perkins), porque li Anna o ano passado e adorei, e jura que consegui ler outros dela ainda...
  • Feios (Scott Westerfeld).
  • Se tudo der certo, comprarei A Arte de Pedir da Amanda Palmer, porque li tão bem sobre esse livro que fiquei na pilha de ler ele. 
  • Autobiography do Morrissey, porque mozão, e porque tá mofando há meses lá em casa.
  • (update) Deuses Americanos (Neil Gaiman), porque vai virar série do Bryan Fuller. 
  • E talvez, só talvez, eu comece minha releitura em inglês d'As Crônicas de Gelo e Fogo

MARATONAR SÉRIES

Além de colocar a penca de séries atrasadas em dia, pretendo:
  • Concluir Gilmore Girls, que estacionei na quinta temporada e nunca mais saí. 
  • Assistir Doctor Who, que há anos parei na metade da segunda temporada. 
  • Assistir Parks & Recreation, porque já passou da hora de assistir ela (vi só a primeira temporada). 
E isso até parece pouco, mas no papel deve somar mais de 15 temporadas. Que R'hllor ilumine my poor soul!

SOBRE FILMES

Janeiro e fevereiro são os meses do ano em que mais assisto filmes, pois gosto de maratonar os filmes do Oscar e ficar comentando e xingando no dia da cerimônia. A vida é boa. Dos filmes que estão pra sair, pretendo assistir Carol e As Sufragistas o quanto antes. 


JOGAR

Por livre e espontânea pressão, vou jogar (ou fingir que jogo) os Uncharted com o boy. Também passarei horas e dias jogando The Sims, porque alguns vícios nunca mudam. E, além disso, quero terminar Life is Strange  ̶̶̶̶̶̶̶̶  e provavelmente chorar no processo. 


E é claro que: pretendo dormir muito, beber muita cerveja boa, e salgar a bunda no mar. 

Eu posso sonhar, né? E vocês? 

quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

3 coisas

Peguei o meme que nem sei se é um meme do blog divertido e maravilhoso da Vanessa (gente, na boa, acessem o blog dela). Lá vai:

3 coisas que mal posso esperar
- que esse ano acabe
- férias
- o lollapalooza do ano que vem 

3 coisas que me dão medo
- pedir algo pra alguém
- aranhas
- estupro

3 coisas que me dão preguiça
- homem falando (bosta) de feminismo
- secar o cabelo
- gente que acha que sabe de tudo

3 coisas de que eu gosto
- dormir
- beber cerveja
- assistir série de tv

3 cheiros que eu gosto
- pó de café
- sabonete/shampoo dove 
- óleo de corpo/perfume luna da natura

3 cheiros que eu não gosto
- cremes hidratantes/shampoo/perfume/etc de maracujá
- qualquer aromatizador de carro
- perfume muito doce

3 comidas GIMME MORE
- feijão cozido da mamain
- batata frita
- coxinha

3 comidas "prefiro a fome"
- salame
- comida ~asiática~
- bucho

3 redes sociais favoritas
- twitter
- tumblr
- instagram

3 redes sociais desgracentas
- facebook
- snapchato (não dá mais gente, sóri)
- whatsapp não é rede mas é um porre

3 bebidas preferidas
- cerveja boa 
- suco de laranja
- água 

3 bebidas que UGH
- vodka
- café preto
- qualquer suco em pó

3 coisas que eu quero fazer
- me formar
- ir pro Chile
- ir pra NYC

3 coisas que eu deveria fazer
- marcar dentista pras férias
- atualizar minhas séries
- ler mais

3 coisas que eu sei fazer
- decorar nome de ator/atriz
- dar gelo
- organizar as coisas

3 coisas que eu não sei fazer
- cozinhar
- desenhar
- cantar 

3 coisas que estão na minha cabeça
- comprar presente de amigo secreto
- melhorar 
- beber guinness

3 coisas que eu falo bastante
- aff
- vai tomar no cu
- otário

3 assuntos que eu falo bastante
- séries de tv
- faculdade
- doença

3 coisas que eu quero
- dinheiro
- calma
- saúde

3 coisas que me acalmam
- mar
- escutar bon iver
- ficar sozinha

3 coisas que me estressam
- ônibus lotado
- gente que fala gritando
- trabalho em grupo 

3 coisas que vou fazer essa semana
- ir pra um bar com azamiga
- jogar life is strange
- comprar papel de presente

3 coisas que eu fiz na semana passada 
- comi fondue
- exame de sangue 
- conheci uma cervejaria

quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

Top 5: Álbuns de 2015

Chegou o final de ano e com ele aquela época boa de fazer year in review e dar umas choradas sobre como o ano foi ruim ou maravilhoso (nesse caso, ruim, né? Vamos combinar). Pra não cair no buraco de lamentações tão cedo, afinal ainda temos mais algumas semanas de 2015 pra sobreviver, que tal falar do que já tá certinho e aquecido no coração? Eu topo, e por esse motivo em uma série de posts despretensiosos (cof cof assim como o blog inteiro cof cof) pretendo contar um pouco do que achei ou deixei de achar de 2015. 

Meus álbuns favoritos do ano foram:

5. Beneath the Skin - Of Monsters and Men

Precisei me esforçar muito pra escolher entre o Beneath de Skin do Of Monsters e o Wilder Mind do Mumford. De ambos os álbuns eu esperei mais, e mais de algo parecido com aquilo que a gente já conhecia, que era ótimo e possuía um quê a mais completamente diferente. Ambas as bandas mudaram um pouco (ou muito) o estilo de suas músicas, e por mais que eu ainda prefira o estilo antigo, os dois álbuns eu ouvi muito e curti bastante. No entanto, o Beneath the Skin tem uma pequena vantagem, e por isso ocupa o quinto lugar. É um álbum mais calmo que o anterior, mas que mantém a mesma pegada de fantasia que combina muito com o Of Monsters and Men. 
♥♫ We Sink, Wolves Without Teeth, Empire


4. In Colour - Jamie XX

Por alguns meses o In Colour foi meu companheiro de busão, o álbum vibe chill do Jamie XX foi uma das boas surpresas do ano. O cara, pra quem não sabe, é uma das cabeças do The XX, o que por si só já justifica 80% o estilo do álbum. In Colour é álbum levinho, bom de ouvir numa tacada só, de preferência numa rede pegando vento ou numa road trip com janelas abertas (não fiz nenhuma das duas coisas, mas totalmente faria). Recomendo.  
♥♫ I Know There's Gonna Be (Good Times), Gosh, Stranger In A Room


3. How Big How Blue How Beautiful - Florence + The Machine

Eu AMO a Florencia. Ela e a Máquina são um amor antigo, em que tudo o que eu tinha pra consumir deles era um álbum prestes a ser lançado, com o nome de Lungs. Desde lá o amor é forte e fiel, e se tem uma coisa em que eu acredito piamente é que jamais serei decepcionada por Florence + The Machine. Quando anunciaram que teria show deles no Lolla do ano que vem eu entrei em colapso e é claro que dessa vez não vou perder de assistir essa força da natureza ao vivo (que nem eu perdi na vez que teve em Floripa). HBHBHB é maravilhoso, poderoso, um pouco sofrido e lindo. Penso que Various Storms & Saints é uma das músicas mais bonitas qual a Florence já deu vida. Vale a pena.
♥♫ Hiding, Which Witch, Queen of Peace


2. Kintsugi - Death Cab for Cutie

A bandinha favorita da vida lançou álbum novo esse ano e foi tudo o que eu poderia ter esperado. Voltando pra sua famigerada fossa, Ben Gibbard e seus companheiros fizeram de novo quando, lá em março, nos entregaram um álbum fechadinho e do jeitinho que a gente gosta (sofrível e adorável). Por óbvio eu fangirlei e dediquei um post inteirinho, cheio de gifs e surtos, só pra falar do terapêutico Kintsugi. 
♥♫ Ingenue, Good Help (Is So Hard to Find), Black Sun


1. BADLANDS - Halsey


fui e voltei sobre a moça e seu respectivo álbum, ainda naquele mês maluco em que a gente topou escrever o mês inteiro (COMO PUDEMOS?, eu me pergunto), e foi disparado o álbum que mais ouvi esse ano. Mal posso esperar pra ver menina Halsey ano que vem (e berrar cantando todas as músicas do BADLANDS). 
♥♫ Gasoline,  Roman Holiday, Colors
© OH SO FANGIRL
Maira Gall