terça-feira, 30 de dezembro de 2014

Estive na França com Anna

Essas semanas li My True Love Gave To Me, e apesar de ter gostado do livro, ele teve alguns contos muito bons e outros só okay. Entre os contos que eu mais gostei, estava o da Stephanie Perkins.

Já tinha ouvido falar da escritora, óbvio. Só não tinha lido nada dela.

Foi aí que decidi passear pela biblioteca da minha universidade até que ta-da! Encontrei os livros da moça lá (dois.). Fui ávida pelo Lola e o Garoto da Casa ao Lado, mas aí de último segundo troquei pelo Anna e o Beijo Francês. 

Deixei o livro cinco dias na cabeceira da minha cama porque não tinha coragem de começar ele. Nada contra o livro, é que eu tinha 4 provas finais naquela semana e a ansiedade tava me matando. 

Então no domingo-pós-semana-infernal eu deitei pra ler o livro. E quando vi já tinha passado da metade. E quando vi já era segunda e eu já estava trabalhando, porém querendo correr pra casa pra ler o resto. E li. E adorei. 

O livro, apesar da capa brasileira terrível (percebi que eu detesto capas com pessoas?!), tem tudo aquilo que eu mais gosto nos YA. Aquele coming of age de último ano do high school (ou de primeiro de faculdade), quando tudo vai mudando.

(créditos)
Ele conta a história da Anna, que é transferida de Atlanta pra França no último ano do ensino médio graças ao papai rico que pensou ser essa uma ótima ideia, e que também escreve livros apelões onde as pessoas ficam ou são doentes (Nicholas Sparks? John Green?). Ela deixa pra trás a mãe e um irmão mais novo, um quase-rolinho e uma melhor amiga que adora brincar com palavras recém descobertas.

Chegando na França, ela rapidamente faz amizade (nem tanto por crédito dela, que só queria chorar no quarto) com a Meredith e o seu grupinho de amigos: Rashimi, Josh e... St. Clair.

Étienne St. Clair. O americano mais inglês/francês que vocês poderiam conhecer.

Ou que a Anna poderia conhecer.

A estória em si não teve nada grandioso ou muito diferente: teve briga, teve beijo, teve término. Teve bêbado confessando amor. Além disso, a mocinha principal é viciada em cinema. Curte Sofia Coppola e Wes Anderson. Quer ser uma crítica (pois então...). E é uma fugitiva de assunto.

É mal de Ana, Anna.
Mas tudo isso nem chega aos pés do fato do livro ser em 90% do tempo ambientado em terras francesas (ou chega, vai saber). Eu nunca fui à França, não sei se algum dia eu chegarei a ir. Já vi gente dizendo que ela fica melhor na memória. Já vi muita gente elogiando. Como não conheço, imagino que tudo é lindo, apaixonante e com macarons em cada esquina. Então foi assim que imaginei a França do livro.

Apesar de ter gostado da obra, mesmo que tenha me incomodado, gostei também que nenhum dos personagens é perfeitinho?! A própria Anna teve um ataque que achei muito bobo, onde ela se achou injustiçada por uma coisa que não tinha nada a ver. O mocinho, então, sem coragem de terminar relacionamento mofado?! É...

De qualquer maneira, quando terminei fiquei com a sensação maravilhosa quando ficava quando terminava livros de outra querida minha: a Meg Cabot.

Agora? Quero muito ler os outros livro da Steph. 

terça-feira, 23 de dezembro de 2014

MIXTAPE #8 - Singing alone in rooms

Uma das maiores playlist que já fiz. Mas gente... Cantar alto, berrando, sozinha no quarto é tudo de bom. 

(ouvir)

1. Cups Radio Version // Anna Kendrick/Pitch Perfect
2. Ain't It Fun // Paramore
3. Pocketful of Sunshine // Natasha Bedingfield
4. Blank Space // Taylor Swift
5. Clarity // Zedd ft. Foxes
6. Brave // Sara Bairelles
7. Put Your Records On // Corinne Bailey Rae
8. Bellas Finals // Barden Bellas/Pitch Perfect
9. Crazy // Alanis Morissette
10. Everybody // Backstreet Boys
11. Oops... I Did It Again // Britney Spears
12. Mambo Nº5 // Lou Bega
13. It's My Life // No Doubt
14. Still Into You // Paramore
15. I Knew You Were Trouble // Taylor Swift
16. You Oughta Know // Alanis Morissette
17. Bitch // Meredith Brooks
18. Young Folks // Peter, Bjorn & John
19. I Don't Feel Like Dancing // Scissor Sisters
20. One More Time // Daft Punk
21. Gives You Hell // The All-American Rejects
22. Save Tonight // Eagle Eye Cherry
23. Tiny Dancer // Elton John
24. The Hanging Tree // James Newton Howard ft. Jennifer Lawrence
25. Like A Stone // Audioslave

26. Every You Every Me // Placebo
(BONUS) 27. Lost // Frank Ocean

quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

Resumão 2014, ou o maior post do blog

Antes de mais nada, 2014 foi mais um ano de promessas que não cumpri. Prometi que ia ler mais, acabei vendo mais série. Prometi que ia começar academia, durou até abril. Prometi que ia me preocupar menos, continuei com quase todas as mesmas paranóias. Mais do mesmo. Vocês sabem.

No geral, 2014 foi um ano mediano. Com momentos muito bons, e momentos péssimos.

No primeiro do ano, às 12h, levei um dos maiores sustos da vida quando vi meu pai tendo um piripaque na minha frente. Não desejo pra ninguém, e não sei se em algum momento do futuro próximo ou longo vou esquecer daquela imagem. No final das contas, deu tudo certo. Ele faz piada dizendo que é o Iron Man porque colocou um aparelho no coração. Eu dou risada junto, porque agora, no final das contas, eu posso dar risada. Naquela hora, no dia primeiro de janeiro, eu não podia. Não tinha como.

Na metade de janeiro, conheci o meio do mato e acampei pela primeiríssima vez. O medo constante de encontrar 207 aranhas ou 19 cobras não conseguiram fazer daquela experiência menos mágica. Comi sanduíche até não poder mais. Caí na água. E deixei queimar alguns marshmallows na fogueira.

No final de Janeiro eu passei por um momento horrível, desesperador, onde eu pensei que meu futuro ia correr água abaixo por causa de uma confusão do meu trabalho. Eu chorei. Muito. Eu fiquei andando feito um zumbi, pirando, sem falar direito, por mais de semana. Prometi pra mim mesma que não ia ficar naquele inferno por mais tempo. Não fiquei.

Em janeiro eu também assisti praticamente todas as temporadas de Sons of Anarchy.

Fevereiro chegou e me mandou pro litoral assistir Offspring com os meus amigos. Ver o sol nascer, enquanto desejava muito estar com um biquíni por baixo pra poder me atirar na água às 6 da manhã, foi um momento muito marcante do meu ano. Foi divertido. Até esperar uma hora em uma fila pra andar de roda gigante foi divertido.

Fevereiro também me deu uma chance de sair do inferno que mencionei uns parágrafos acima. Em março comecei a estagiar em outro escritório, e gente: que coisa bem boa. Quando você se sente bem em um ambiente de trabalho, você percebe que não vale a pena se sujeitar a levar paulada na cabeça em um ambiente que só te traz pra baixo.

Me livrar daquele peso, que vinha me arrastando por meses, mais de ano, foi como poder respirar novamente depois de brincar de segurar o ar embaixo da água. Limpou a alma.

O mês três chegou e me apresentou a uma nova cidade maravilhosa chamada Stars Hollow. Assisti uma temporada inteira de Gilmore Girls em um final de semana. 

Naquele final de semana eu precisei pedir arrego pra mamãe (as in: pedir chá) porque comi tanto que cheguei a passar mal. Eu nunca comi tanto a ponto de passar mal. Até que comi. 

Em abril passei a tesoura sem dó no meu cabelo. Nunca tinha feito isso. Ah, o arrependimento... A única coisa que sobrou de bom depois de dar adeus pro meu cabelo na cintura e cumprimentar o meu novo cabelo no pescoço foi que nunca mais senti dor na cabeça ao amarrar as crinas, ou dor no braço de secar e passar a chapinha. Mas doeu muito não poder fazer meus coques-alhos.

Miss u, cabelin.
Abril também foi um mês triste; foi esmagador tentar assimilar que uma pessoa que até pouco tempo atrás podia pegar no teu pé e dos teus amigos pra não beber, e marcar o nível das bebidas com caneta, não ia mais poder fazer isso porque o destino, a injustiça do destino, decidiu levar ele pra longe. Foi dolorido abraçar meu amigo tentando dizer que ia ficar tudo bem. Embora a gente já saiba que fica, sim. Tudo bem, quero dizer. Foi às três da manhã de uma terça-feira. Eu não vou esquecer.

Em meados de maio, fui comer cupcake com a minha amiga e de alguma maneira a gente decidiu fazer algo diferente no final do ano. Horas depois, caí da cadeira dançando/cantando Wrecking Ball. Juro pra vocês que não escutei mais essa música depois desse fatídico dia.

Junho chegou e adivinhem quem chegou junto? ISSO MESMO. A Copa das Copas. Nem fã de futebol eu sou, mas passei momentos de tremedeira, felicidade e raiva assistindo a seleção jogar. Classic Ana Claudia. De quatro em quatro anos é sempre assim. Além disso, nada muito eu fiz de bom. Quer dizer, eu assisti todas as (duas, uau) temporadas de House of Cards. Então eu acho que é algo.

Julho chegou e ficou marcado por a) minha sobrevivência a uma péssima quinta-feira b) minha sobrevivência depois de arrancar um pedaço do tornozelo com uma gilete e c) minha sobrevivência depois de ser direcionada pr'aquela conhecida fase: oh, no, tô ficando mais velha! Obs.: é claro que eu ia comemorar o fato c) na noite mais gelada do ano, porque é claro que a noite do meu aniversário ia ser noite de temperatura negativa. Bem meu tipinho. Bem o tipinho do universo fazer isso.

Agosto... Eu nem sei. Agosto foi mês de planejar ainda mais o final do ano, setembro foi mês de briga-sem-noção-e-nada-requisitada. Outubro e novembro eu nem vi passar. Só sei que passou rápido porque do nada eu já estava assistindo Mockingjay no cinema, e do nada eu estava sofrendo com as minhas provas finais. E mais do nada ainda, eu já estava xingando os episódios finais de Sons of Anarchy no Twitter (afinal, a girl's gotta do what a girl's gotta do).

E agora aqui estamos. Em Dezembro. Mês de passar calor, comer muito. Fazer promessas. Sofrer de ansiedade. Aquele clássico combo final de ano. 

E por mais que esse ano tenha tropeçado entre altos e baixos (o que me remete a um texto muito velho e muito vergonhoso de um blog que eu enterrei no passado sobre como a vida é uma montanha-russa), não considero que ele tenha sido ruim. Mediano, mas não ruim. 

Sei que o segundo semestre do ano sempre brinca de voar, mas esse ano, como toda boa jovem-com-pensamentos-de-velho, passou rápido demais.

#momentos
Espero que o tempo, ou a impressão que eu tenho do tempo, dê uma freada, pois, se continuar assim, daqui a pouco vou estar com 30 anos querendo viver os vinte de novo, porque meu Deus: tá passando rápido demais.

No geral, aproveitei o ano (na medida do possível). Dei meus escorregões. Dancei, li, vi TV, chorei. Bebi de ficar alegre. Bebi de passar mal. Cuidei de bêbado. Caí. Aprendi a mais ou menos pintar as unhas. Fiz um ano de blog sem desistir. Dei chance pra Taylor Swift. Dei chance pra Friends. Briguei com amigos próximos. Desculpei pessoas. Pedi desculpa. Fiz waffle e comi com sorvete. 

Conheci gente nova.

Aprendi muito em dois mil e quatorze. Aprendi com ele, aprendi nele.  

E o melhor: reconheci muito também. 

Não vou virar o ano fazendo mil promessas (tá, só algumas, porque tipo... Eu realmente quero um Kindle!), mas vou virar o ano tentando me livrar daquilo que não me faz bem. É batido, mas é mais fácil quando você consegue aos poucos apontar as coisas que realmente não te fazem bem. E se eu consegui deixar pra trás coisas que quando eu tive que lidar pareciam impossíveis, agora que sei que é possível sim se livrar do que é ruim... Bem, fica mais fácil, né? 

No mais, meu ano em números foi mais ou menos assim: episódios de séries assistidos: 762 (é...); livros lidos: 12 (que vergonha!); filmes assistidos: 54 (I'm a lazy movie watcher). Fiz 10 matérias na faculdade e passei em todas. Fui em dezessete festas. Fiquei pra fora de 1. Enfiei o pé na jaca com bebida apenas duas vezes. Comprei só quatro peças de roupa, e essa é uma vitória pessoal. Perdi as contas de quantas vezes dancei Smiths pelo quarto. Ou quantas vezes tentei cantar Kanye West e falhei miseravelmente... Perdi muitas contas, pra falar a verdade.

Pra não me estender em contas perdidas, desejo então um Feliz Natal e um maravilhoso Ano Novo pra vocês, meu pequeno público e pessoas lindas que conheci graças ao blawg. Espero que 2015 chegue com o gás todo e que vocês busquem nele tudo aquilo o que almejam, porque o ano sozinho não vai trazer nada (talvez traga perrengue, mas vocês superam. A gente supera (ou choramos juntos)). Se tudo der certo, volto em 2015 com fotos dasoropa pra vocês. 

(se nada der certo, não se preocupem, eu volto pra chorar as pitangas. Eu espero).

segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

MIXTAPE #7 - Dancing alone in rooms

(ouvir)
1. Style // Taylor Swift
2. Break the Rules // Charlie XCX
3. Change Your Life // Iggy Azalea ft. T.I.
4. ***Flawless // Beyoncé
5. Feeling Myself // Nicki Minaj ft. Beyoncé
6. All of The Lights // Kanye West ft. Rihanna and Kid Cudi
7. Boom Clap // Charlie XCX
8. Habits // Tove Lo
9. Shake It Off // Taylor Swift
10. Party In The USA // Miley Cyrus
11. Neon Lights // Demi Lovato
12. 7:30 AM // Slothrust
13. Patricia The Stripper // The Wombats
14. The Party Line // Belle & Sebastian
15. Take a Walk // Passion Pit
16. Love Yourself To Dance // Daft Punk
17. Aminals // Baths

sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

The Last Ride

Esse post pode conter spoilers.

Rasguei seda pra série já. Rasguei tanta seda que queria poder voltar no tempo e dar restart nessa última temporada, mas com a única ressalva de que ela fosse bem diferente do que foi.

Juro que não sei se o fato de eu ter assistido as outras seis temporadas em uma tacada só, episódio atrás de episódio, influenciou na maneira como eu enxerguei a série, mas acompanhar quase semanalmente a temporada final, com só um episódio pra poder digerir por vez, foi diferente.

Ou a temporada foi diferente.

Fui mimada com uma ótima temporada final ano passado, de uma série muito querida por essa que vos fala (vocês conseguem achar todos os registros frenéticos no arquivo do blog entre agosto e novembro de 2013). 

Então é óbvio que fui assistir a temporada final de umas das séries que mais curti assistir, que mais gostei, que achei tão boa, com as expectativas no alto.

E que decepção...

Os episódios foram nada sucintos (a maioria tem quase ou mais de uma hora), cheios de fillers, cenas desnecessárias e plots que eu não queria saber.

Sim, depois do final da sexta temporada onde tivemos a morte da Tara pelas mãos da matriarca que eu sou incapaz de odiar, Gemma Teller, a gente só queria saber de uma coisa: o que o Jax vai fazer quando descobrir? 

Claro que se isso tivesse acontecido no começo da temporada, a série teria praticamente acabado ali. Então foi de muito bom gosto, e óbvio, construir a sétima temporada em cima da mentira da Gemma e do Juice.

Mas ugh, não?!

Acho que passei metade dos episódios querendo que eles acabassem logo. E isso é bem triste. Afinal, como eu já disse, gosto MUITO da série. 

Óbvio que não só de coisas ruins foi feita essa última temporada. Os episódios finais da série elevaram um pouco o nível da S07. Eles deram uma chance de quase se redimir pelos outros péssimos e medianos episódios. Mas ainda assim, não achei o suficiente. 

O episódio 7x11, Suits of Woe, foi o melhor da temporada, e arrisco dizer um dos melhores da série, senão o melhor. Foi bem dirigido, bem produzido. As melhores atuações estão nele. O ritmo está ótimo. E fiquei com um gosto meio-amargo na boca porque era assim que deveria ter sido a temporada inteira. Nesse nível. 

Com o final da série eu percebi que a fórmula anti-hero morrendo + salvando os outros meio bad guys, meio good guys + salvando a família, não dão certo pra todo mundo.

Ainda vou indicar a série pras pessoas, porque no geral é uma ótima série. Mas queria deixar registrado que doeu no coração, titio Sutter. Doeu porque eu queria mais. Doeu porque você já nos deu mais, viu?

sábado, 6 de dezembro de 2014

Recomendo: Carmilla

Juntei toda a força que eu podia pra levantar do sofá ontem no comecinho da noite. Estava tentando digerir que estou quase chegando em período de férias. Férias, aquele período maravilhoso onde a gente pode fazer quase tudo o que queremos, mas raramente o fazemos. Se tudo der certo, tenho só mais um dia de aula. Se nada der certo, tenho dois. 

Independente de ter que passar um ou dois dias de um futuro próximo na universidade, sentei na frente do PC ontem, com um pêssego e uma maçã e dei play na web series Carmilla. 


A única coisa que eu sabia sobre a web series é que ela tinha: 1) dominado o tumblr 2) tinha como lead characters duas garotas (uma delas eu até já estava seguindo no twitter porque sim) 3) era gravado num quarto pequeno.

Até aí tudo bem. Exceto que eu não sou de ficar assistindo vídeos. Devo ter uma watchlist de uns 30 vídeos que me enviaram ao longo do tempo e eu prometi pra mim mesma que "ia assistir depois". Claro que não cumpri.

Quando terminei o 36º episódio da web série hoje, fiquei feliz por mim. Tanto porque consegui assistir vídeos, como por assistir essa coisa divertida e maravilhosa.

A série é inspirada em uma obra de mesmo nome de 1872, escrita pelo irlandês Joseph Sheridan Le Fanu. É uma obra gótica vampiresca que caiu nas graças do público ainda antes da famosa obra do Bram Stoker.

E gente: ela é tão boa (a série, digo. Nem cheguei perto da obra literária).

(créditos)
Todos os episódios têm no máximo 5min, então é mega hiper rápido de assistir.

Eles estão disponibilizados no canal do Vervegirl Tv, e por mais que o hype de vampiros já tenha passado pra maioria das pessoas, a série tem muito mais a oferecer que isso.

Sérião. Assistam. ♥ 
© OH SO FANGIRL
Maira Gall